A Separação do Rio de Janeiro do Brasil

Passando pelo Centro do Rio no dia da Manisfestação contra a emenda ibsen , vi algumas faixas pregando a Separação do Rio de Janeiro da Republica Federativa do Brasil. Afinal a quem interessa o prejuizo ao Estado do Rio de Janeiro e a quem interessa a separação ? Aqui vão algumas reportagens a respeito.

Protesto

Os Estados mais prejudicados com a possível aprovação da emenda Ibsen, Rio de Janeiro e Espírito Santo, são os maiores produtores de petróleo do país, e com essa redistribuição, perderiam um montante significativo. Juntos, eles correspondem a 90% da produção de petróleo no Brasil.

Em meio a tantas polêmicas, a principal reclamação dos Estados produtores é que a alteração do contrato de distribuição dos royalties, com ele em vigor, é inconstitucional e fere a essência do estado democrático.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral afirmou nessa semana que o Estado será muito prejudicado e até mesmo chegou a cogitar uma possível ameaça à viabilização de eventos como a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, já que faltarão recursos para custeá-los. Como forma de protesto, Cabral convocou uma manifestação “Contra a covardia – em defesa do Rio”. A emenda deve tirar cerca de R$ 7,5 bilhões de receita do Estado do Rio.

O advogado Marcus Freitas afirma que o governador deve reclamar por tal afronta à soberania de seu Estado e do rompimento do Pacto Federativo. No entanto, o especialista faz uma ressalva: “não faz sentido a argumentação do governador de que o Rio de Janeiro vai acabar sem o dinheiro dos royalties. Se isto, de fato, está ocorrendo, o Poder Público está administrando muitíssimo mal as riquezas do Estado”.

Separar Já ( Movimento Separatista dos Estados do Sul )

10 de dezembro de 2007

Por que queremos nos separar?

Poderíamos citar razões históricas, políticas, econômicas, culturais..., mas preferimos ficar com uma resposta bem simples:

O BRASIL NÃO DEU CERTO.

Tivemos “500 anos” para fazer isto aqui funcionar e não conseguimos.

Precisamos mudar antes que seja tarde demais. – Separar é mudar -

Se a razão para separar é simples, os motivos para não separar inexistem em termos práticos. Qualquer um que queira achar justificativas para não separar, começará pelas palavras “nossos irmãos” ou “mesma língua”. Se fossem atender a estes apelos de ordem sentimental, o Brasil estaria dividido entre os irmãos holandeses e os irmãos portugueses, para citarmos apenas os mais velhos. Todas as justificativas apelam para o sentimentalismo. Mas nós também teríamos razões sentimentais e fortes, de ordem prática. Queremos nos separar para que os nossos filhos parem de passar fome. E este “nossos filhos” são os do Brasil que não consegue alimentá-los nem educá-los.

O movimento separatista não é do Sul e sim do povo do Brasil que está cansado de passar fome e não poder ter uma vida decente. É do Sul e do Norte, do Centro-Oeste, do Sudeste e do Nordeste, cujos povos são trabalhadores, porém, mal administrados. Só não é dos políticos e dos grandes empresários. Os políticos do Sul dizem que não podem fazer mais porque o Congresso é dominado pelos parlamentares do norte/nordeste e estes não fazem mais porque não lhes interessam; sua reeleição está garantida pela desinformação do povo, pelo analfabetismo, pelo domínio dos meios de comunicação. Aos empresários não interessa a separação, para que continue a reinar a bagunça fiscal e administrativa que hoje impera no Brasil. Dois ou mais países menores serão mais fáceis de organizar. E esta organização não
lhes interessa. Querem continuar a viver às expensas do erário público.

A comunidade internacional também não vê com bons olhos o surgimento de duas potências que serão, por “razões históricas” amigas. Os que não querem a separação são uma minoria em quantidade, porém maioria em poder. Cremos fortemente que o povo, querendo, terá forças para se separar.

Sabemos também que as palavras dos separatistas serão distorcidas, procurando dar a impressão de ser um movimento racista ou elitista, ou outro “ista” que encontrem, mas não deixaremos que turvem a nossa mente, pois teremos sempre claro o nosso objetivo que é o de separar para melhorar ambas as partes.

As razões são simples, as justificativas para não separar inexistem, mas o caminho é longo e pedregoso. Nesta caminhada teremos sempre de manter o nosso objetivo e lembrar que este é o objetivo de ambas as partes e que ninguém tem o direito de impedir que o norte ou sul, leste ou oeste sejam livres. Deixemos ao povo esta decisão.

O Norte e o Sul estão hoje querendo tomar para si a decisão de seu destino. Devem empunhar uma bandeira; que deve ser branca, que simboliza a paz com que queremos que a separação se efetue e que depois sirva para que cada um coloque as cores que melhor lhe convenha. Devem também pegar uma folha de papel em branco para poder nela escrever, cada um a sua história, a sua Constituição. Este será o nosso símbolo, simples como as razões e puro como
os nossos ideais.

Para empunhar a nossa bandeira use um lenço branco no bolso do paletó ou da camisa, no pescoço ou no carro, ou ainda, guarde-o no bolso para quando quiseres, acenar à outros separatistas.

OSCAR PACHECO DOS SANTOS - Comissão Executiva do Paraná

O SUL É O MEU PAÍS



Na terça-feira, Eduardo Cunha pretende entrar com um mandado de segurança no STF (Supremo Tribunal Federal) alegando erro regimental dos deputados que apresentaram a emenda. Eduardo Cunha vai mais longe. diz que dará entrada no Congresso em uma proposta de emenda constitucional (PEC) para separar o Rio de Janeiro do Brasil.

"Só para mostrar que podemos ter propostas tão esdrúxulas como foi esta emenda do Ibsen", afirma

A Emenda 387, proposta pelos deputados Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) e Humberto Souto (PPS-MG), foi aprovada na Câmara e segue para o Senado. O líder do governo, Cândido Vacarezza (PT), disse que se passar no Senado, ela será vetada pelo presidente Lula por considerá-la “inconstitucional”. A emenda prevê a distribuição dos royalties segundo os critérios do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), inclusive para os campos já em produção.

O governador Sérgio Cabral vai ao Senado em busca do apoio de senadores como Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR) para mudar o texto aprovado na Câmara e preservar a receita dos Estados produtores de petróleo. Na quinta-feira, no final de uma palestra para estudantes da Pontifícia Universidade Católica (PUC), que o convidou para a aula inaugural do ano letivo, o governador disse que a sessão que aprovou a emenda foi “um linchamento do Rio”. Chegou a chorar durante a palestra.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/03/12/peemedebista+ameaca+apresentar+emenda+separando+o+rio+do+pais+9425785.html

Não é dificil imaginar que existem outros interesses no prejuizo do Rio e na separação do Rio da Federação. Também não é dificil imaginar que no caso de uma separação, existem paises interessadíssimos em socorrer o Rio de Janeiro.

Afinal eu faço aqui algumas perguntas

Quem é a sua opinião a respeito ?

Agradeço aqueles que colaborarem nas respostas, façam comentários ou mandem email para masterweb1951@gmail.com que eu publicarei, grato

Comentários

Anônimo disse…
vc está certa, não apenas o Brasil não tem dado certo, quanto poderiamos escrever um livro só de argumentos históricos e culturais provando que o Brasil deve ser divido.
Marcos Airosa disse…
Concordo plenamente.